A LGPD exige que empresas que tratam dados pessoais em larga escala — ou que lidam com dados sensíveis, como dados de saúde — tenham um DPO (Data Protection Officer), também chamado de Encarregado de Proteção de Dados.
A dúvida que surge imediatamente para a maioria dos gestores é: contratar internamente ou terceirizar? A resposta depende do tamanho, do estágio e da estrutura da empresa. E para a grande maioria das PMEs brasileiras, a resposta é clara: o DPO terceirizado é mais eficiente, mais barato e mais seguro.
O que é o DPO e o que ele faz?
O DPO é a pessoa responsável por garantir que a empresa trate os dados pessoais de acordo com a LGPD. Suas atribuições incluem:
- Orientar colaboradores e gestores sobre as obrigações da LGPD
- Ser o canal oficial de comunicação com a ANPD
- Receber e responder às solicitações dos titulares de dados (clientes, pacientes, funcionários)
- Acompanhar auditorias e fiscalizações
- Garantir que políticas e processos internos estejam em conformidade
- Comunicar incidentes de segurança no prazo legal (72 horas)
DPO Interno x DPO Terceirizado: A Comparação Direta
Custo — Um DPO interno sênior com as qualificações exigidas pela LGPD custa, em média, entre R$ 8.000 e R$ 18.000 por mês em salário — fora encargos, benefícios e infraestrutura. O DPO terceirizado oferece o mesmo nível de expertise por uma fração desse custo, com contratos mensais que cabem no orçamento de qualquer PME.
Expertise — Um DPO interno se especializa na realidade da sua empresa. O DPO terceirizado traz experiência acumulada de dezenas de casos, setores e situações — o que significa respostas mais rápidas, melhores práticas e visão de mercado constantemente atualizada.
Disponibilidade — O DPO interno fica doente, tira férias, pede demissão. O DPO terceirizado é um serviço contínuo: não há ruptura na conformidade por eventos pessoais, e há sempre um time de backup disponível.
Atualização regulatória — A LGPD evolui. A ANPD publica resoluções, orientações e precedentes regularmente. Uma empresa de DPO terceirizado acompanha essas mudanças em tempo real e atualiza automaticamente os processos dos clientes. Um profissional interno precisaria dedicar tempo exclusivo para isso.
Para 80% das PMEs brasileiras, o DPO terceirizado entrega mais resultado com menos custo — e sem o risco de ficar desprotegido por uma demissão ou afastamento.
Quando o DPO interno faz mais sentido?
Existem situações em que a contratação interna é a melhor estratégia:
- Grandes corporações com volume massivo de dados e operações complexas em múltiplos países
- Empresas do setor financeiro, saúde ou tecnologia com estruturas de dados muito específicas e regulação setorial própria
- Organizações com mais de 500 colaboradores e áreas jurídicas e de TI robustas, que justifiquem a especialização interna
Para os demais casos — e isso inclui a grande maioria das clínicas, consultórios, PMEs, distribuidoras e prestadoras de serviço — o DPO terceirizado é a escolha mais inteligente.
O que avaliar ao escolher um DPO terceirizado?
- Qualificação jurídica: o serviço deve ser conduzido ou supervisionado por advogados especializados em proteção de dados
- Experiência no seu setor: um DPO que conhece as particularidades do setor de saúde, por exemplo, entrega resultados muito melhores do que um generalista
- Suporte a incidentes: verifique se o contrato inclui suporte em caso de vazamentos e comunicação à ANPD
- Tecnologia integrada: plataformas que combinam DPO terceirizado com software de gestão de compliance entregam mais controle e visibilidade
- Contrato claro e sem surpresas: verifique o escopo, os SLAs e o que está ou não incluído
DPO as a Service com a SafetyFYI
- DPO indicado formalmente junto à ANPD
- Atendimento às solicitações de titulares de dados
- Comunicação de incidentes no prazo legal
- Relatórios periódicos de conformidade
- Suporte jurídico contínuo
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